E-mobility
Emission Saving Tool
O algoritmo inovador consegue calcular concretamente os benefícios da mobilidade elétrica para a saúde e o meio ambiente.
A plataforma integrada da Enel gerencia os dados provenientes das infraestruturas de recarga conectadas de acesso público e privado.
Os quilômetros percorridos são estimados com base no consumo médio* dos veículos elétricos presentes no mercado, calculado pelo Politécnico de Milão.
CO₂ que teria sido emitida por veículos a combustão tradicional com base em dados do ISPRA sobre a emissão média anual de veículos em toda a Itália. Adotando uma abordagem conservadora, os dados limitam-se às emissões associadas ao ciclo “tank-to-wheel” (do tanque à roda) e não consideram a parcela das emissões “well-to-tank” (do poço ao tanque) geradas pela produção e distribuição do combustível.
Uma vez determinado o CO₂ emitido para produzir os kWh utilizados com base na matriz energética nacional, é possível calcular a economia líquida de CO₂. Adotando uma abordagem conservadora, o dado considera, portanto, as emissões associadas ao ciclo “well-to-wheel” (do poço à roda).
Considerando a quantidade de CO₂ absorvida em um ano por uma árvore, obtém-se também o número de árvores a que equivale o CO₂ economizado.
* O dado sobre o consumo do veículo elétrico destina-se a permanecer constante ao longo do tempo, e refere-se ao consumo de BEV ou PHEV na fase de tração exclusivamente elétrica. O veículo elétrico já é hoje um meio extremamente eficiente. O motor elétrico possui, de fato, um rendimento altíssimo (superior a 90%), razão pela qual dificilmente apresentará melhorias significativas ao longo do tempo. O consumo depende principalmente do peso e do coeficiente aerodinâmico do veículo:
1. O impacto aerodinâmico já é gerido com níveis altíssimos de eficiência, com Cx = 0,28 para um segmento C, graças à atenção dedicada pelos projetistas à autonomia e à silenciosidade, além de possuir vantagens intrínsecas (fundo plano devido à ausência de sistema de escapamento central sob o assoalho do veículo).
2. O peso já é bastante reduzido pelos projetistas devido à atenção à autonomia, os motores já são muito leves e potentes (não há motivos para aumentar ainda mais a potência, já chegamos a 150 cv para um carro compacto), de modo que o único elemento que poderia ser otimizado é a bateria (peso específico)). Na verdade, também sobre isso a tendência é aumentar a capacidade mantendo o mesmo espaço ocupado.